quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A liberdade, na verdade

                                   

                                 A liberdade não se passa de uma farça
                                 Geralmente nos perdendo
                                 Que geralmente nos abraça
                                 No que estamos fazendo
                               

                                 Afinal, a liberdade mente
                                 Todos se questionam
                                 Sempre na frente da gente
                                 Mas não param.


                                 É estranho, mas regras estão
                                Comandando-nos na rotina
                                E assim, então,
                                Será ladrão na sua vida.


                                Mas, na verdade
                                não posso acreditar
                                tinha que ser a liberdade
                                Para nos mudar.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Produção textual 05

          Bem, um dia, passando pelas ruas de caxias do sul, vejo várias pessoas sentadas, pedindo dinheiro.
          Descubro que algumas têm família e precisam de dinheiro para comida.Por outro lado, existem aqueles que pedem dinheiro para comprar drogas e outros.
          Essas pessoas são as que deveriam trabalhar para mantes seu (ilegal) vício.
          Minha mãe diz para não conversar sobre isso, nem falar com eles, e a condição é horrível, pois andam pela cidade pedindo dinheiro e quando recebe seu trocado, é muito difícil.
          Já fiquei com vontade de dar comida a eles, mas eles jogam o prato no cão e o destroem.
          Somente os vendedores de flores e malabaristas de rua merecem respeito, pois eles trabalham para conseguir o que é digno de respeito.
          Aliás, esses vendedores de flores , além de venderem flores, trabalham em lugares de péssimas condições, com salário horrível e sendo mal-tratados.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Trabalho em grupo


Eu estava lá, sozinha, olhando para o céu e, de repente, ouvi folhas se quebrando com passos de um monstro muito assustador. Ele queria me comer, mas eu corri para uma caverna que havia cobras dentro. Então saí correndo, para não ser pega. Mas tropecei e a criatura foi para cima de mim. Peguei um graveto e joguei em seus olhos. Assim, tive tempo de fugir. O monstro , porém, continuou a correr atrás de mim. Peguei, para tentar me livrar dele, uma espada samurai que estava no chão e joguei em seu coração. Corri o máximo que pude, mas o monstro não parava de correr. Pulei em cima dele e enfiei o dedo no seus olhos. Ele deu um grito e se jogou no chão. Finalmente ele morreu, mas surgiu outra criatura. Dessa vez, muito mais assustadora. Era um monstro de seis olhos e três cabeças. Fiz umas poções e ele caiu.

Descobri nesta aventura que o bem sempre vencerá, enquanto houver paz e bondade dentro de nós, e várias poções podem nos salvar em ocasiões apertadas...

Escrito e elaborado por: Giulia, Eduarda, Pedro, Ariel, Gabriel, Sofia e Felipe. 

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Produção Textual 02

          Bem, como qualquer pessoa, eu nasci. Eu tenho 13 anos, e sou um adorador de computadores e videogames desde gameboy até Xbox360.
          Então, com dois anos, fui à pré-escola.Eu era e sempre fui o menor, e tive um grande amigo. O nome dele era Léo. Com quatro anos, meu irmão nasceu. Meu pai e minha mãe estavam pensando em um nome. Então eu sugeri Leonardo, fazendo uma referência ao "Léo", que eu não encontrava há anos.
          Depois de seis anos,estava na primeira série.Nada aqui.Na segunda série mudei de escola. Mas havia meninos que me batiam todos os dias no recreio. Então na sexta série saí e fui para o colégio mutirão objetivo.E aí estou aqui escrevendo este texto para minha professora esperando um A+.

Produção Textual 01

         Um dia, uma cobra estava rastejando por aí, quando se depara com um rato.Como ela estava faminta, correu atrás dele. O rato, assustado, correu como um louco.
          Muito tempo depois, o rato decidiu se esconder em sua toca, mas como a cobre e´pequena, ela consegue entrar.
              O rato, bem escondido, tem a ideia de chamar seus familiares.
              A cobra, tenta escavar pelos buracos.
              Sua família e o rato, planejaram o que fazer e quando fazer.
              Quando a cobra estava quase chegando, os ratos agiram.
              Após de terem terminado, eles fecharam a toca (já tinham muita comida guardada) e viveram felizes.



                                                               Moral da história

                  Mesmo que você não ache, trabalho em equipe vale muito mais do que pareçe.